NA IDADE DA LOBA


.............. VISITA DE POETA...............

recebi uma visita ilustre

um poeta que se diz menor

mas ele é tão grande!

daí, pronto, o cachorro

fez eu me sentir pequenininha

em meus apertados 1,75.

logo eu, loirona calçando 39

sempre a maiorzinha da turma,

a desajeitada, a compridona,

a ultima da fila,

a magrela desenxabida.

e ele chegou tão de mansinho,

tão devagarinho, pisando leve,

acendeu a luz, sentou num canto

ficou olhando ao redor,

deu seus pitacos, de forma doce.

nem aceitou um mate,

deve ter achado amargo.

mas chegou e se fez presente,

e isso nos dias de hoje, nos blóguis atuais

é coisa sem preço. é puro valor.

é coisa dum sem tamanho de bom.

e se diz menor, o maluquinho.



Escrito por Clarisse às 11h02
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.......................... MA-RA-VI-LHA!......................

O bom de escrever nesse espaço aqui é que não tenho compromisso com ninguém. Nem comigo mesma, pois eu mesminha não sou nada exigente, na verdade eu sou moleza! Aqui não é agência, não tem cliente nem prazo, não tem limite de 30 segundos, não tem briefing. Aqui não é peça de teatro, não tem diálogos pra pensar, marcações de cena pra imaginar, não tem diretor cobrando, nem atores esperando textos. Aqui não tem nem crise criativa, porque estou vivendo uma nesse momento e aqui ela nem tchuns, não faz a mínima diferença... Aqui não tenho compromisso nem com os leitores, porque aqui não tem quase leitores, os que entram são desavisados, não chegam com grandes expectativas, vão se aprochegando de mansinho e acabam se contentando (espero, imagino, desejo) com as parcas linhas de teoria sobre o nada que aqui encontram. Aqui não é o Seinfield, mas também é lugar de teorizar sobre o nada. Grandes coisas. Na verdade, aqui é um espaço só meu, ainda que virtual. E eu acho isso aqui uma ma-ra-vi-lha! Ui!



Escrito por Clarisse às 15h29
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................POESIA NO RISCO, NO ESCURO.............

Poesia é que nem médico,
é que nem doido.
Porque todo mundo tem um pouco.
Nem sempre é fácil de ver.
Mas também não é fácil ser médico
nem ser doido.
Poesia também pode ser algo
assim, curto e grosso.
Que nem coice de porco.
Poesia pode ser bonita,
colorida e cheirosa,
como laranja de amostra,
confeito, filha de cabelereira.
Mas pode ter feiúra na boniteza dela.
Mulher linda por acaso
também não nasceu da costela?
Ora pois. Pois poesia
agarra a gente pela alma,
e a gente nem percebe.
Pode ser na pressa ou pode ser na calma...
pode até às vezes machucar.
Mas tem uma coisa que poesia
não faz. Ou se faz, faz que não faz:
é deixar passar em branco.
Porque poesia tem dessas coisas.
Aliás, tem até no branco dos olhos.



Escrito por Clarisse às 14h44
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............ VERSOS PARA O MEU AMOR .........

Claro que tenho medo de ser piegas. Mas quem se arrisca sempre tem medo, e sem risco não há escrita. Então seja o que os deuses quiresem: eu preciso cometer aqui, agora, desavergonhadamente diante de todos os meus 3 ou 4 leitores, uns versos para o meu amor.

 

Quando tu estás perto

Pensas em algo distante

Quando estás presente

Planejas uma viagem

Quando estás meio triste

Ergues um muro tão alto

Que nem mesmo em pensamento

Eu consigo ultrapassar

 

Quando tu estás comigo

Penso em todas as coisas

Quando estás dentro de mim

Nada no mundo se iguala

Quando estás muito feliz

Inundas ao meu redor

Uma felicidade tão densa e profunda

Sem medida como o mar

 



Escrito por Clarisse às 09h59
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..............Loba e filhota............

Faz tempo não publico foto aqui. Aliás, faz tempo não publico nada aqui. Tô mãe. Loba lambendo a cria, mais do que o normal. Tô com idéia fixa na prole feita duma filhota só. Tô sem cabeça pra trabalho, seja propaganda, dramaturgia, seja a letra que for. Tô ligada nela. E tô tão feliz assim... (Mas já já volto pras escritas, ok?)



Escrito por Clarisse às 17h27
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Sobre Rubinhos e Contravenções.

Tava dando uma olhadinha na corrida de fórmula 1 e fiquei cá me perguntando... Pôxa, o que será que a mídia tem contra o Rubinho, hein? Em especial, o que será que o Chatão Bueno tem contra ele? O cara pode não ser um Senna, tá certo, longe disso. Mas o Bueno e a mídia em geral simplesmente desprezam, ignoram, fazem de conta que o Barrichelo nem existe! É doido, isso. Ele fez uma corrida legal, saiu bem atrás, passou uma ruma de gente e chegou em terceiro. E ninguém fala nada. O Ronaldinho dá um peido e o Bueno quase morre de ufanismo. O Schumacher dá adeusinho pras cameras e o Bueno quase tem um orgasmo de velocípedes. Qualquer outro atleta gera gritos efusivos e torcida explícita... e o pobre do Rubinho se mata e nada! Eu sei lá. O que será, hein? Se alguém souber, me conte. Que há de ter caroço nesse angu.

Pois é. Tô aqui em casa, agora, com algumas contravenções pra mode não me sentir certinha demais, pois minha vidinha encaretou de tal forma jeito maneira que nem me reconheço masi. Então tô bebericando sozinha uma cerveja, fumando um ou dois frees e comendo o resto dum saquinho de cebolitos. Tem que ter uma maldadezinha, que essa vida comportada e séria vai acabar me matando. Maridinho adormeceu, filhotinha adormeceu. Ele de tanta cervejinha na tarde domingueira, ela de tanta farra e brincadeira. E eu sobrei umpouco, tive que ficar de mamãe, cuidando, etc. Nada contra. Tudo a favor. Então aproveito agora pra exercitar uma contravençãozinha só de mau.



Escrito por Clarisse às 22h01
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............... MATURESCER É OSSO! ...............

É muito parecido com a adolescência, me desculpem, mas é. Poderia ser chamada de maturescência. Acho que foi o Mário Prata que escreveu algo sobre. Pois eu também tenho algo a declarar sobre o assunto, por isso escrevo aqui.

Assim como na adolescência, na maturescência o corpo está sofrendo transformações, que nos são desconhecidas, e que assustam. Também surgem problemas de pele, mudanças hormonais, às vezes até algum tipo de descompasso sexual. Assim como na adolescência, na maturescência a gente fica procurando qual é a nossa praia, agora. A moda ou o estilo de roupa que usávamos até então não é mais adequado. Como uma teen sente-se ridícula quando ainda veste a roupa de menina, a nova coroa sente-se ridícula quando veste a roupa da ainda não coroa. Imagine uma jovem senhôura de seus 50 anos de topzinho e minissaia? Me poupe!

Também a natureza do sono muda, igualzinho na adolescência. O jovem cresce e deixa de dormir aquela sestinha depois do almoço. O adulto envelhece e deixa de dormir.

O adolescente busca muito uma turminha, adora andar em grupos. O maturescente começa a valorizar esse tipo de coisa também: grupos de biriba, viagens em excursão... começa a investir na turminha da hidroginástica, na do artesanato, na da caridade.

Na adolescência passa-se a lidar com absorventes que mais parecem umas coisas enormes, que parece que só apareceram pra fazer a gente pagar um mico medonho! Na maturescência passa-se a lidar com absorventes que realmente são enormes, e que se aparecerem realmente fazem a gente pagar um mico medonho.

Na adolescência precisa-se de cuidados especiais com os ossos, que estão crescendo e precisam ficar fortes. Na maturescência também precisa-de de cuidados especiais com os ossos, que estão quebrando, ficando porosos e se desmanchando... e também precisam ficar fortes. Deve-se tomar muito leite quando se é um adolescente ou um maturescente.

No fundo no fundo, ser qualquer um dos dois é osso.

 

 

 



Escrito por Clarisse às 21h05
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................. PALAVRAS DE UMA EXPERT ...............

Se tem uma coisa que eu sei fazer bem, essa coisa é coisa alguma. Sou craque nisso. PhD. Poderia dar cursos para esses executivos estressados e workaholics que não sabem parar e simplesmente apreciar o dolce far niente de la dolce vitta!!!

Bueno, eu sei fazer nada de várias formas. Tem o fazer nada que parece estar fazendo, isso para quem nao consegue viver sem uma culpinha... Tem o fazer nada pleno, que é simplesmente ficar deitada, sem nem ler nem dormir. Espicha-se uma perna, sente-se o músculo doloridinho de tanto tempo parado. Encolhe-se essa perna... Repete-se o mesmo movimento com a outra. Depois vêm os braços. E assim sucessivamente, exaustivamente, se me permitem o uso da palavra.

Tem também um estilo de fazer nada cheio de atividades entre aspas. Pega-se algo pra comer, lê-se alguma coisa, espia-se algo na internet, vê-se algo na TV, dorme-se um pouquinho, escreve-se um pouquinho... Depois repete-se isso tudo... É uma delícia. É o meu preferido. Se bem que eu sou suspeita, gosto de todos os estilos. Sou capaz de ficar parada, olhando as nuvens, durante um tempo talvez imbatível. Nunca exerci infelizmente minha técnica à exaustão (desculpem-me de novo pela trocadilho, mas é irresistível). Sempre tem algo a (argh!) fazer mesmo, seja a trabalho ou a lazer. Mas tenho a ligeira impressão que, se me fosse permitido exercer minha inanição plenamente, eu atingiria alguma espécie de record. Ou de nirvana. Ou ambos.

Seja como for, um dia - eu disse um dia - vou abrir um curso e esperar pelas matrículas. Sentada, claro. Vamos ver o que acontece. Agora me desculpem, tenho que ir, tenho muito o que fazer. Pra poder depois me exercitar nessa habilidade tão incrível quanto subestimada que é o fazer nada. Minha especialidade.



Escrito por Clarisse às 17h41
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................ POEMA ................

Acusas-me, poema
de não te receber de bom grado.
Pois bem, que seja eu o acusado.
Chegas em horas péssimas,
chegas sempre em péssimo estado,
e queres o quê?
Queres coro, velas, perfumes?
Queres gritos exaltados?
Que diabo queres tu,
poema desfigurado?
Se chegas assim, embriagado,
cheirando a bar e a cigarro,
se chegas tirando um sarro,
tonto e querendo tudo?
Pois se é assim, te recebo mudo.
E pior, te escrevo calado.



Escrito por Clarisse às 23h40
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........ MANHÊ! ........

Ontem foi o meu segundo (terceiro, se contar com o ovo dentro da galinha) dia das mães. Sábado teve evento da escolinha da Isadora num sítio. Minha idéia era ir com o ônibus da escola, só pra Isa curtir. Mas acabamos saindo tarde de casa e conseguimos chegar atrasadas para a apresentaçãozinha dos pequenos, que dançaram Ivete Sangalo "Como se eu fosse flor, você me cheiraaaa!!!" Ia ser maravilhoso ver a Isadorinha dançando. Mas chegamos atrasadas. E eu digo chegamos é porque ela se acordou de madrugada, cocô-manha-mamadeira-conversa-talquinho-musiquinha... E fomos dormir de novo só lá pras 6 e meia. Daí que não acordamos a tempo. E daí que ela não quis me entregar a florzinho com a foto 3x4 que fez pra mim. Abraçou-se à florzinha e não parou de falar: "É minha! É minha!" Hahaha. Ser mãe é um barato!

 

Manhê! Feliz dia das mães pra ti, minha mãezinha amada! Milhões de felicidades nesses teus olhos azuis bem clarinhos! Obrigada por seres minha mãe. É minha! É minha!

 

Agora estou em casa, tentando escrever algo que não tenha necessariamente 30 segundos, nem precise ser apresentado num layout. Diante de um computador que finalmente funciona, e que está conectado. Em casa, e conectada. Isso é muito bom, aliás, isso é a minha cara! Adoro isso. Tomando chimarrão, ouvido algo assim meio lounge nos fones de ouvido, fumando cigarros desnecessários porém bem vindos. Ah, tem que ter uma contravenção, não basta apenas não ter ido trabalhar. Aliás, eu tenho esse direito, lembram? De não ir pra agência de vez em quando. Meu horário era pra ser flexível, meio turno, lembram? Oba. Isso sim foi uma conquista. Aliás, por falar em conquista, nós todos da agência estamos de parabéns, conquistamos uma ótima conta nova! E justo hoje, que o clima na agência foi de festa, que vai ter comemoração grátis no buteco ali embaixo, justo hoje eu escolhi ficar em casa. Bem, acho que vou dar uma fugidinha e dar um pulinho lá, só na hora de ir para o bar. Hahaha! Ah, sim, escrevi algo hoje, não sei se prestou, já mandei pro pessoal ler. Tomara que gostem! Bem, é isso. Nada mais do que isso.

 

O blog é um diário, lembram? Nada de grandes expectativas com estes textos aqui. Aqui é tudo assim, simplinho, só pra depois eu ler e me recordar desses dias, desse gostinho de realização que tá aqui na pontinha da língua! Vou nessa, vou fazer um lanche, dar uma paradinha porque essa cadeira aqui é completamente inadequada para digitar diante de um computador, desconfortável que só a porra... E depois volto pra ver se escrevo mais uma esquete teatral bem divertida. Desejem-me sorte! Que as musas me inspirem, que as deusas me abençoem, que o computador não dê pau, que eu escreva alguma coisa que valha a pena ler, que meus textos não dêem vontade dos meus leitores dormirem nem vomitarem, nem terem pena de mim... que eu tenha coragem de deixar a filha em casa e ir pra esbórnia encontrar a galera praquela cerveja comemorativa pratrocinada pelos chefes! Sim, agora vocês devem estar desejando que eu me vá. Xô, mala. Tá bom, tô indo. Fui!



Escrito por Clarisse às 16h13
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COISAS.

Finalmente tenho internet "de vergonha" em casa. Onde já se viu uma pretensa "blogueira" sem internet banda larga? Afemaria, coisa mais sem graça.

Bem, então. Contei aqui no blog dum convite pra escrever uma peça. Daí que mandei umas coisas, não deu muito certo e eu gelei, entrei em crise, com meda da responsabilidade. Daí mandei outras, deu supercerto e eu gelei de novo, entrei em crise, com meda da responsabilidade. Hahaha! Ô coisa difícil é ser mulherzinha do tipo eu, viu gente? Bah, mas tem que ter uma paciência, viu?

Acho que vou dar um prêmio pro meu namorido, ele me aguenta com tal galhardia; entra TPM e sai TPM e ele ali, se esocndendo, oferecendo chocolate, fazendo as compras, falando pouco, ficando meio invisível quando eu mais preciso estar sozinha na minha neura total e hormonal... e escapando ileso, sem marcas de violência doméstica. Ele é impressionante!

Eu fui tão grossa aqui no meu trabalho nessa minha última TPM, principalmente anteontem, que meus chefes me deram a maior força quando pedi pra ficar em casa ontem. Fique, disseram, em coro. Não precisa aparecer não, gritou a equipe do estúdio. E eu fiquei lendo besteira, com vontade de bater em alguém e de morder o cotovelo, quieta em casa.

Fiz umas faxinas nuns arquivos, nuns guardados, escrevi a carta mais curta que uma filha pode escrever pra uma mãe... Enfim. Foi bom, foi necessário.

Bem, é isso. Isso é um diário, tá ficando cada vez mais com cara de diário, era isso que eu queria. Estou aqui na agência, esperando a aprovação de um anúncio, sem pique pra começar nada novo... Sexta feira 18h nem é de bom tom começar nada novo mesmo... Bem, vou lá, bom fim de semana pra vocês todos, meus 2 ou 3 leitores!

FUI!



Escrito por Clarisse às 18h10
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PRECISO ME CUIDAR MAIS!

Preciso me cuidar mais. Preciso cuidar mais da pele e do cabelo e dos pés e das mãos. E da cabeça. E da barriga. E da flacidez. E da saúde. Arre, preciso cuidar mais de toda eu. Ando terra-arrasada, abandonada à própria sorte, que com 15 ou 26 anos a gente costuma ter, mas após os quarenta costuma ir embora, a sorte. Nesse sentido, apenas. Em outros sentidos ela até se fortalece, pois passa a ter – ou ser – consciência. Nesse aspecto dos cuidados pessoais, os “enta” é uma fase da vida em que temos que cuidar da plantação com mais esmero do que nunca. E muito menos autocomiseração.

Preciso ler jornais pelo menos uma vez por semana. Certo é que, como redatora publicitária, eu tenho a obrigação de ler todos os dias. Mas eu não tenho tido nem saco nem tempo. Na verdade falta muito mais saco e disponibilidade, vontade, afinco, responsabilidade, etc. Bom, quando eu voltar a trabalhar só a tarde, faço uma assinatura de um dos jornais e leio em casa, tranqüila, pela manhã. Prometo que não vou direto ao caderno de cultura nem ao de fofocas de TV (ando tão futilzinha!). Lerei as matérias e editoriais, verei os anúncios com olhares críticos, farei cara de quem tem conteúdo. Em casa. Tenho muitos planos. A principal coisa a ser feita por mim mesminha em nome de minha própria felicidade é realizar pelo menos uns 20% deles.

Preciso ler livros consistentes, voltar a encontrar a paz da literatura e do teatro, voltar a curtir Ionesco e Shakespeare e Molière e Leminski e Machado de Assis. Estou numa fase de transição, praticamente um recomeço da vida de rata de biblioteca que um dia levei. Estou lendo best-sellers de “mulherzinha”, na linha Bridget Jones, Melancia, Sei Lá... Tudo comédia romântica levinha. Mas pelo menos são livros. É como se eu fosse uma criança e estivesse lendo gibi, um passo importante na direção do futuro leitor de livros de verdade. Bem, pelo menos é melhor do que ficar só tirando meleca de nariz. Não deixa de ser uma presença literária. Ai, chega de ficar aqui me justificando. Preciso me cuidar mais.



Escrito por Clarisse às 16h08
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AH É, É?

Bom, eu disse tresontontem que tinha voltado e acabou que desde então não dei as caras por aqui. Que vergonha! É que a vida é mesmo assim, gentem. Trabalhando muito, sabe como é. Em casa eu chego e não quero saber de mais nada: depois que a pimpolha dorme, tudo o que eu quero é espichar as pernas, tomar uma cervejinha (de vez em quando, que não tenho pique pra alcoólatra nominada) e fumar um cigarrinho (que vem agarrado com a cerveja: um não existe sem o outro, o outro não existe sem o um). Enfim, não escrevo píula quando chego em casa. Aqui na agência de vez em quando eu escrevo umas mal traçadas linhas, tipo assim, essas que vos chegam. Ai! E pensar que tenho uma oportunidade única de escrever uma peça, recebi um convite superbacana, e a tal oportunidade me pegou desse jeito, com a capacidade dramatúrgica de calças curtas! Fica então pairando no ar: será se eu consigo? Será se escrevo algo que preste? Será se vou, mais uma vez, ficar no “ah é, é”?



Escrito por Clarisse às 11h57
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EU TÔ VOLTANDO!

Deletei o post anterior, que mostrava um anuncio meu, antes e depois do ataque do cliente. Resolvi que vou usar agora esse meu cantinho aqui como ele deve ser usado, como um diário mesmo, onde vou colocar minhas impressões diárias sobre o que quer que seja. Mas não sobre meu trabalho não. Isso já me toma tempo suficiente.

Não vou mais deixar o blog jogado às moscas. Vou tirar todas as teias de aranha. Em breve, se possível, vou dar um jeito de colocar um template personalizado, dar a esse canto aqui um pouco mais do meu jeito.

Mas como o meu jeito é assim, preguiçoso e adepto do "não faça hoje o que vc pode fazer amanhã", nada disso vai rolar agora. Fica pra depois.

É, eu tô voltando mesmo! Yuhuuu!!!



Escrito por Clarisse às 14h47
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FARRA NA CASA PRÓPRIA

 

Sábado dia 12 de fevereiro é dia de comemorar o aniversário da Clarisse, e finalmente inaugurar a casa nova. A farra vai começar às 17 horas, cedo assim pra Isadorinha também aproveitar. Venha, a aniversariante e o Chico fazem questão da sua presença. Se quiser, mas só se quiser, traga umas bebidinhas pra colaborar.

 


 

Mandei esse textinho e um mapa anexado pra alguns amigos queridos, doida pra fazer uma festinha bem bacana no meu próprio aniversário! depois conto se rolou e como foi...

 

UPDATE:

UMAS FOTINHOS DA FESTA!

 

 

 

 


 

aprendi ontem que ser pós-modernista é se lixar pra autoria, se apropriar de obras dos outros, colocando a sua própria visão delas. bem, resolvi então pegar uma obra dessa mesma pessoa que me ensinou essa sábia forma de ser larápio de obras alheias! só de mau, aí vai uma ex-silas de paula, atual clarisse ilgenfritz! porque eu olhei, gostei, e me apropriei pós-modernamente. hahaha!

 

Hospitalidade - obra pós moderna by Clarisse Ilgenfritz (hehehe)



Escrito por Clarisse às 18h25
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